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5 de jun de 2011

Minha primeira vez: pesquisa, compra, uso e descarte

Apesar de ser uma pessoa bem resolvida sexualmente sempre tem algo que se deixa para trás. Não é por maldade, mas falta de oportunidade. E ela pintou. Apareceu como algo mágico na minha frente e não dava para deixar passar. Estava eu e ele, ali, passeando pelo shopping, aí, aconteceu. Para mim, era a primeira vez como consumidora – já havia feito um trabalho em locais do gênero –, mas para ele não. Nada com estar acompanhada de alguém mais experiente!

Foi uma visão estranha e excitante ao mesmo tempo, mas decidi experimentar. Assim começou a minha primeira incursão numa sex shop. Olhei um pouco de tudo, com ele atrás de mim, parecendo observar as minhas escolhas curiosas: lingerie, fantasias, vibradores, óleos, livros, dvds e tantos acessórios que nem sei como nomeá-los. Nunca achei que dar pudesse ser tão trabalhoso.

Depois de muito olhar, perguntar e mexer: um óleo para massagem, bolinhas aromáticas e um anel peniano. Este último que foi o objeto da minha curiosidade. Como era possível aquele troço encaixar sem machucar? Parece um enforcador...

“Não dói? Não aperta?”, perguntei. “Dói um pouco, mas você vai gostar”, foi o que ouvi. Aquilo ficou na minha cabeça. Não via a hora de ver a coisa funcionar. Disse que aumenta, e não é só o prazer.

Os ‘estudos’ dizem que o anel peniano mantém por mais tempo a ereção e retarda do gozo masculino, além de também estimular o parceiro – no caso, eu. Este era bonitinho: colorido e tinha uma borboletinha que funcionaria como um vibrador. Então, vamos à obra, ou melhor, ao sexo.

Mão para cá, mão para lá. Boca aqui e ali. Vai um pouquinho, para e... o anel. Abre, puxa, alarga, enfia, solta. Agora aperta o botão e faz o negócio funcionar. E ZZZZZZ (como uma abelha). Na primeira encostada, parou de funcionar. Liga de novo. Para. Funciona. Para. Liga. Mais uma vez. Desiste.

Vamos somente com o anel, sem o vibrador.

Mas por conta do maldito botão, a cada ida e vinda, a borboleta funcionava e parava, funcionava e parava, funcionava e parava de forma incessante que já estava fazendo parte do som local. ZZZ [...] ZZZ [...] ZZZ [...] e por aí vai.

Agora, amigos, coloquem a imaginação para funcionar e pensem por alguns segundos como foi a situação. Releiam mentalmente várias vezes – ou fazendo o barulho: ZZZ [...] ZZZ [...] ZZZ [...] ZZZ [...] ZZZ [...] ZZZ [...]ZZZ [...] ZZZ [...] ZZZ [...]ZZZ [...] ZZZ [...] ZZZ [...]ZZZ [...] ZZZ [...] ZZZ [...]...

E o que aumentou mesmo foi minha capacidade de concentração para não cair na gargalhada com aquele zumbido a cada momento que a coisa ia lá dentro. Foi uma primeira vez inesquecível, como toda primeira vez deve ser.

Ah! Em tempo, só para registrar: o óleo é uma delícia e não causou qualquer efeito colateral. As bolinhas ainda não usei, esperando pintar a oportunidade. E uma próxima visita, será hiper bem vinda, até porquê só podemos saber o que é bom se experimentarmos antes, não? Alguém tem alguma sugestão?

Sex shop visitada: http://lasciviario.com.br

3 comentários:

  1. ehehehehe essa história é muito boa.

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  2. bom que ao menos o poder de concentração aumentou... sempre sou adepta as sexy shops, no min alguma boa historia pra contar...

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  3. ahhhhhh! eu tenho vááááááárias sugestões!
    mas vou logo avisando, sou casca grossa!

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Áhh, que fofo você comentar!!!