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7 de nov de 2010

Cuidados básicos com a vagina


Meninas, a lição de hoje é: não dêem suas pepequinhas sem camisinha. E rapazes, não usufruam pepequinhas sem antes encapuzar a bananinha. É muito simples. Um dia desses alcoolteceu uma fornicada não programada, quando vi, já estávamos no ato do coito sem que qualquer prevenção fosse devidamente adotada. Logo no dia seguinte, começou a me dar umas pinicadinhas na vagina, ao que muito preocupada, fui correndo para o consultório da médica que com tanto esmero cuida da minha bela e bem aparada flor.

Ela disse que estava tudo bem, que isso acontece mesmo e me receitou um remedinho para aliviar o incômodo, que naquele momento só fazia aumentar. Eu andava na rua sentindo aquela coceira toda, e não podia ficar colocando a mão, e era uma coisa muito doida porque eu ficava nervosa demais e começava a fazer gestos compatíveis com os de um bicho no cio, na vã expectativa de me aliviar.

Fiquei muito feliz com a pomadinha milagrosa e ansiava ferozmente chegar logo em casa para untar meu botãozinho frontal com aquela divertida pasta colorida. Só que quando eu estava quase chegando, encontrei uns amigos que me convidaram para passar algumas poucas horas de pura irreverência em um agradável botequim, que entre as especiarias servidas estão incluídos ovos de cores diversas, carne assada de leve tom esverdeado e alguns salgadinhos aparentemente apetitosos. Claro que eu não pude rejeitar tão gentil gesto de carinho e consideração comigo.

O problema foi que eu comecei a beber e o negócio não parava de coçar, e quanto mais eu bebia, mais minha pepeca ardia. E foi me subindo uma coisa que eu não sei, e foi queimando tudo aqui dentro, e eu pensava ai que dor, ai que dor, até que uma hora eu não aguentei mais e berrei muito, muito, mais muito alto: “Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai! Minha vaginaaaaaaaaaaa! Tá ardendooooooooooo!”.

Todos os gentis senhores presentes naquele modesto estabelecimento dirigiram seus olhares para mim, sem nada entender, enquanto eu me coçava, mas eu me coçava, aaaaaaaah mas eu me coçava com vontade. Foi uma vergonha, fiquei muito embaraçada. É por isso que agora eu prefiro não arriscar e só ando muito bem prevenida, para evitar qualquer tipo de contratempo desse tipo. Agora, eu já aprendi: nada de praticar o ato físico do amor sem vestir o bonequinho antes.

* Esse texto é uma crônica que não apresenta relação com a realidade. Minha pepequinha, como sempre, vai muito bem, obrigada.

8 comentários:

  1. Como se diz aqui no sul: nós homens temos de "plastificar o guri".
    Se não, podem acontecer estes e outros (ar)dores maiores.
    Gostei da atmosfera do boteco. Só faltava um cara com manchas de suor debaixo da camisa, farto aroma de axilas perfumadas e cara de dono de borracharia.
    Aí, estaria completo.

    Beijão.

    Ricardo Mainieri

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  2. A atmosfera do boteco é pura literatura brasileira.

    "Momentos de pura irreverência" - Rá!

    E que bonitinho vc chamar a sua pepequinha de pepequinha... era assim que eu chamava qd eu era apenas uma pequena e virgem menininha...

    E lembrem-se sempre da nossa querida Sue Johanson: Safer sex or nooooo sex! Wear a condom every time ALL THE TIME!

    Beijos e saudades do blog (andei sumida)

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  3. eh por isso q eu só lavo o tatu carnívoro com álcool... rsss... Sr. Blindex

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  4. Adoiro os comentários super construtivos... e viva o sexo seguro!!!!!!

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  5. it is this has there that it puts pra without same condom inside.

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  6. it has that to make these women I felt the same wood without condom

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Áhh, que fofo você comentar!!!