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mulheresqbebem@gmail.com

17 de mai de 2011

E chego ao reino dos céus


Nunca pensei que entrar num blog fosse mais difícil que entrar num bar. E não é só por conta da idade, que, dependendo do lugar, é preciso ser maior de 18 anos – afinal, este blog não é para adultos, apesar das controvérsias.

Ao sair de casa, você escolhe a esmo qualquer buteco ou birosca para entrar e encher a cara de cerveja, vinhos, pinãs, sangrias, caipirinhas e afins. Nenhuma delas com qualquer tipo de moderação. O dia seguinte? Para que pensar nisso se o hoje é aquele que nos traz diversão?

Agora, entrar num blog é diferente. Apesar de no ‘Mulheres que bebem’ vocês encontrarem quase homônimas das bebidas do bar e poderem consumi-las sem moderação; aqui, elas falam ‘a que vieram’. Li muitas vezes esse blog para ter certeza que teria história para contar; afinal, essas moçoilas arrasam quando a questão é botar a boca no trombone – ou em outras coisas.

Ao contrário dos bares da vida em que você chega chegando, no Mulheres passei quase metade do dia pensando o que poderia fazer depois do convite feito. Dentro de uma seleção de mulheres lindas e gostosas, quem era eu no meio de tudo aquilo?

Nas possibilidades existentes, por meio de um brainstorm, cheguei a uma conclusão: sou a ressaca. Aquela em que nunca pensamos até que ela chega. Aquela sensação que nos faz reclamar o dia inteiro e prometer a todos os santos que nunca, mas nunca mais iremos beber.

Isso vai até o próximo convite, uma festinha ou festão, uma comemoração de aniversário de amigo ou mesmo um não-aniversário, uma conversa, um bate-papo, um jogar conversa fora e falar bobagens a noite toda. Motivos não faltam para quebrar nossa promessa.

Ressacas de bebidas, de comida, do mar, do tempo... até mesmo da moral. Essa sim é arrebatadora e que gera grandes promessas. Mas contrário da ressaca, vim querendo ficar. Assim, virei a enxaqueca, e, para ficar chique (porque sou dessas), virei a Migraine Girl – Garota Enxaqueca para os íntimos.

Ainda não sei como irei me extimizar – palavra bonita que aprendi lendo um livro, seria algo como exteriorizar a intimidade – mas espero chegar aos pés das lindíssimas do ‘Mulheres que bebem’, que não estão no céu exatamente, mas pelo rebú que colocam deveriam ir para lá urgente e dar uma animada!

3 comentários:

  1. Pois é, Dona Migraine. És o infeliz resultado de nossas fanfarronices. Seja bem vinda! ;)

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Áhh, que fofo você comentar!!!