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27 de jun de 2010

Pode virar


Quem nunca ouviu essa frase que atire a primeira pedra. E não, não me refiro apenas aos momentos íntimos, entre quatro paredes - embora o causo a que me refiro seja íntimo e aconteça, invariavelmente, entre quatro paredes. Nós, mulheres, temos que seguir todos os dias um ritual que nos enquadra na categoria 'fofas' e 'femininas'. O tema aqui é depilação.

Outro dia, depois de dois meses cultivando minha própria Claudia Ohana - sabe como é, muito trabalho, pouco dinheiro - resolvi juntar um dindin e fazer a bem em uma loja daquelas de depilação em estilo fordista. Cheguei, toda serelepe, sem deixar de ter sussurrado sacanagens mil nos ouvidos de meu comedor-mor. Depois de uma virilha cavada com faixa bem feita, vem a parte que mais me intriga. A atendente diz, com um sorriso cândido, aquele "pode virar".

Depilar o meu próprio buraco negro era um assunto que despertava mil fantasias em tempos inocentes. Pensava que doeria, que era besteira - afinal, quando se é inocente, dar o cu não é uma idéia recorrente -, e que nuuuuuunca deixaria verem meu pequeno botão. Um dia resolvi provar, e para minha surpresa, foi uma delícia só. Nada erótico, que me desse vontade de dar uma chupada na depiladora ou mesmo receber uma, mas foi uma agradável surpresa.

O negócio simplesmente não dói, e ainda facilita tarefas diárias e não-tão-desprovidas-de-critério assim. O único desconforto era ter que ficar de costas, deitada sobre uma maca, afastando as duas bandinhas rosadas que deus me deu enquanto a cera quente fazia meu amigo piscar. Me sentia ridícula, como se estivesse prestes a levantar vôo. Consegue visualizar?

Foi há pouco tempo, em uma depilação dessas tipo micareta, fora de época, que descobri um método revolucionário. Basta, de barriga pra cima, colocar a batata de uma perna sobre o joelho da outra. Bingo! É a glória, meu bem. Só falta o mojito, uma revista Caras, e o sol do Caribe pra vc se sentir uma madame de férias. Outro dia, conversando sobre o assunto, descobri que existem várias outras formas. De quatro, tipo cachorrinho, é uma delas. A outra é com o bumbum empinado, mas o dorso encostado na maca. Qual a sua favorita? A minha é aquela em que eu não preciso de um atestado de sanidade mental da profissional, por medo de ela meter qualquer coisa que seja no meu amiguinho.

4 comentários:

  1. Para minha sorte, meu cu ñ é cabeludo. Minha maga da cera quente resolve meu problema traseiro fácil: fico deitada na posição tradicional mesmo, com a barriga para cima. Basta eu dar uma leve arreganhada com minhas compridas pernas e pronto. Problema resolvido

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  2. ps: porra, q foto mais escrota é essa!! sorriso com pentelho é piiiiiica!!!!!

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  3. Onde depilo meu querido ânus a posição é a tradicional mesmo. Odeio ficar de popete pro ar e abrir as nádegas pra menina simpática fazer a parte dela.
    Não dói o corpo, mas dói a alma. AFF! É constrangedor.

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  4. yo no sé nada, pero me gusta el culito...

    javier Barden

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Áhh, que fofo você comentar!!!